Descolonizar la Gestión, Democratizar el Suelo: Derechos Humanos y la Nueva Praxis Educativa

Autores/as

  • Lidiane Miranda Instituto Federal do Paraná, Brasil
  • Fabrício da Silva Instituto Federal do Paraná, Brasil

Palabras clave:

Gestión Democrática Interseccionalidad Metodologías Activas Derechos Humanos Violencia Escolar

Resumen

El presente artículo analiza la función social de la escuela pública brasileña desde la óptica de la gestión democrática y del enfrentamiento a las violencias estructurales. A partir de una investigación bibliográfica y exploratoria fundamentada en la pedagogía crítica y la teoría social, se discute la necesidad de descolonizar la gestión escolar para democratizar el cotidiano educativo, el "suelo de la escuela". Se utiliza la lente de la interseccionalidad para comprender cómo las matrices de dominación (racismo, machismo, capacitismo y LGBTfobia) se entrecruzan en la producción de exclusiones. Los resultados indican que la adopción de metodologías activas y la valoración de las trayectorias individuales de los estudiantes son estrategias fundamentales para fortalecer la autonomía, combatir la deserción y promover la pertenencia. Se concluye que la innovación curricular y la praxis pedagógica comprometida con los Derechos Humanos son instrumentos esenciales de resistencia frente a las ofensivas ideológicas y la precarización de la enseñanza.

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Publicado

2026-09-02

Cómo citar

Miranda, L., & Silva, F. da . (2026). Descolonizar la Gestión, Democratizar el Suelo: Derechos Humanos y la Nueva Praxis Educativa. ALBA, 1(12), 387–397. Recuperado a partir de https://alba.ac.mz/index.php/alba/article/view/1030