Estudio del nivel de conocimiento sobre las pruebas de compatibilidad genética en estudiantes del ISPND
Palavras-chave:
DNA, genética, hereditariedade, testes de compatibilidade genéticaResumo
A genética é a área da biologia que estuda a herança biológica, ou hereditariedade, que é a transmissão de características de pais para filhos, ao longo das gerações. Os Testes de Compatibilidade Genética são painéis genéticos que avaliam a presença de mutações em genes associados a doenças recessivas, em casais que pretendem ter filhos. O presente estudo tem como objectivo analisar o nível de percepção dos estudantes em idade fértil (de 18 a 30 anos) do Instituto Superior Politécnico de Ndalatando (ISPNd) sobre os testes de compatibilidade genética, no período de abril a junho de 2025. No campo metodológico, utilizaram-se os métodos empíricos (experimento) e teóricos (indução e dedução). Como técnicas de recolha de dados, recorreu-se à abordagem fronteiriça entre os paradigmas positivista e interpretativo, com destaque para a observação direta em campo e aplicação de questionários estruturados. O estudo busca informar e sensibilizar os estudantes sobre a importância dos testes de compatibilidade genética, promovendo o acesso a informações fiáveis e contextualizadas. A pesquisa propõe não apenas identificar o nível de percepção dos estudantes, mas também estimular uma nova cultura de prevenção e cuidado, aliando o conhecimento científico à tomada de decisões afectivas e reprodutivas mais conscientes.
Downloads
Referências
Arnaldo, D. (2022). Teste de Compatibilidade Genética para Casais. Curitiba.
Barbosa, A. S. (2016). Genética médica: conceitos e aplicações na prática clínica. Rio de Janeiro: Revista Brasileira de Genética Médica.
Barros, A. J., & Lehfelda, N. A. (2000). Fundamentos de metodologia científica: um guia para a iniciação científica. São Paulo: Makron.
Beiguelman, B. (2008). Genética de Populações Humanas. Ribeirão Preto, SP: Sociedade Brasileira de Genética (SBG).
Benjamim, S. D. (2015). Tarefas de Investigação e Aprendizagem do Tema Materiais.
Brotto, A. (Maio de 2023). Psicólogo Paulista. Fonte: Psicólogo Paulista: https://www.psicologospaulista.com.br/blog/relacionamento-duradouro-sete-dicas/
Carli, C. (30 de setembro de 2024). Psitto. Fonte: Psitto: https://www.psitto.com.br/blog/10sinais-de-relacionamento-saudavel/.
Cavalcanti, L. P., & Rezende, A. A. (2019). Genética médica na prática clínica: uma abordagem preventiva de doenças hereditárias. São Paulo: Revista Brasileira de Genética Médica.
Dias, L. F. (2020). Fontes de informação científica entre universitários e a percepção sobre genética. Rio de Janeiro: Revista Educação & Saúde.
Fassolas, G. (março de 2022). Vivita. Fonte: Vivita: https://vivita.com.br/blog/conhecaasprincipais-tecnicas-de-analise-genetica.
Ferreira, C. L. (2021). Desafios da saúde preventiva em comunidades rurais de Angola: o caso do Cuanza Norte. Revista Angolana de Saúde Comunitária, 22–30.
Genetika. (2025). Fonte: Genetika: https://genetika.com.br/testespreditivos/teste-decompatibilidade-genetica-para-casais-tcg/.
Gil, A. C. (2008). Métodos e Técnicas de Pesquisa Social (6ª edição). São Paulo: Atlas.
Gomes, A. R. & António, V. J. (2022). Nível de conhecimento em genética entre jovens angolanos: um estudo de base comunitária. Revista Ciência e Sociedade, 40–47.
Hidalgo, V. R. (2021). Princípios básicos da hereditariedade e primeira lei de Mendel. Brasília.
Lima M. F, S. P. (2019). Aconselhamento genético em Angola: limitações e perspectivas. Revista Lusófona de Genética Humana, 15–21. M.J.
Machado, T. C., & Oliveira, P. F. (2023). Educação genética como estratégia de saúde pública nas universidades. São Paulo: Revista Ciência & Saúde em Foco.
Marconi, M. A., & Lakatos, E. M. (2003). Fundamentos de metodología científica. São Paulo: Atlas.
Santos, V. M., & Rocha, M. A. (2022). A importância da formação técnica na percepção sobre testes genéticos preventivos. São Paulo: Campinas, São Paulo – Brasil.
Souza, R. M. (2021). Percepções de jovens universitários sobre a realização de testes genéticos: implicações sociais e emocionais. Rio Grande : Revista Saúde e Sociedade.
Vita, P. (2018). Bioestatística - Tratamento de dados. Luanda: Mayamba.

